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segunda-feira, 7 de julho de 2014

Barbie procura emprego


“Já tive mais de 150 carreiras, mas minha verdadeira missão permanece – encorajar gerações de garotas a não pôr limites em suas ambições”
Esta é a declaração da anoréxica Barbie ao lançar o seu perfil no Linkedin, a rede social de relacionamentos profissionais. Será que procura emprego, depois de tantas carreiras de sucesso? Na verdade está procurando garantir mais uma carreira, e tantas outras mais, já que é bastante eclética e para pouco nos empregos.




É incrível até onde vai o marketing nutrir-se na fantasia das pessoas! Iludir-se é viver!




Ambicionar sem limites. Vale tudo, portanto. Esta é a mensagem de Barbie às garotas.




Embora eu não pertença ao público-alvo da Barbie, também quero soltar a minha ambição; não estou no Linkedin, mas se a menina pode conhecer os meus anseios (e tudo é possível no Reino da  Fantasia), ambiciono tê-la como faxineira na minha casa: salário mínimo mais vale-transporte. Topas, querida?

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Carnaval e política


Campeã do carnaval carioca: Unidos de Vila Isabel

com o samba-enredo "A Vila canta o Brasil celeiro do mundo – água no feijão que chegou mais um"
de Martinho e Tunico da Vila, Arlindo Cruz, André Diniz e Leonel.

 

Campeoníssima do carnaval brasileiro: Unidos do PMDB

com a quadrilha-enredo "Brasília, a casa da mãe Joana – prepara as tetas que eu estou de volta"
de Renan Calheiros, Henrique Eduardo Alves, Zé Sarney e demais quadrilheiros.

 


 

"Não dá para fazer muita coisa", desabafa o deputado federal Tiririca (PR – SP). Desiludido
 com a política, ele não pensa em se reeleger: quer voltar a ser palhaço. Perceberam a sutileza?

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

A revolução possível


Os viciados em tabaco estão na mira das autoridades sanitárias do país. Além das proibições e constrangimentos impostos pela legislação pertinente, o tabagista enfrenta agora o preço do cigarro, que vem subindo bem acima da inflação. Parece que o campo de batalha agora é o bolso do contribuinte/viciado, que será forçado a deixar de fumar, senão por motivos de saúde, pelo preço salgado do produto.
Por mim, tudo bem: sou viciado em amendoim.
E o tabagismo deve ser combatido sim, pelo mal que acarreta à sociedade, mesmo aos não fumantes, e de maneira lenta, sub-reptícia – o que é pior.
No entanto, eu, o elefante sutil, advirto aos estrategistas sanitários do governo: não façam o mesmo com a cachaça e a cerveja, sob pena de haver uma revolução neste país. A tão sonhada revolução popular, sempre desejada e nunca havida.